sábado, 4 de maio de 2019

264 – ESTUDOS de ARTE


O BRASIL está 

carente de ARQUIVOS.

01 –A GRAMA ENTRE os PARALELEPÍPEDOS - 02- O MONUMENTAL ATRASO BRASILEIRO diante de culturas coerentes com a ERA PÔS INDUSTRIAL 03 – O ARQUIVO VIVO como LUGAR do TRÂNSITO da TESE para a ANTÍTESE e da SÍNTESE da TESE- ANTÍTESE e SÍNTESE 04 ESCRAVOS não tem DIREITO à SUA PRÓPRIA MEMÓRIA e MUITO MENOS a ARQUIVOS- - 05 – COLONOS REPRODUZEM a MEMÓRIA e IMPLANTAM a MEMÓRIA e a HISTÓRIA da SUA ORIGEM– 06 – QUESTÕES JURÍDICAS, MORAIS, ECONÔMICAS e TÉCNICAS entravam a CRIAÇÃO, MANUTENÇÃO e EVOLUÇÃO dos ARQUIVOS brasileiros – 07 –O ACÚMULO de DADOS na LÓGICA TAYLORISTA da ERA INDUSTRIAL 08 –AS CULTURAS ADIANTAS possuem CONDIÇÕES para empreender o SALTO de QUALIDADE para o UNIVERSO PÓS-INDUSTRIAL 09 – MATEMÁTICA e PROCESSAMENTO de ALGORITMOS – 10- A UNIVERSIDADE como LUGAR DE PESQUISA PERMANENTE e a confusão com a ATUALIZAÇÃO da INTELIGÊNCIA – 11 – O MUSEU de ARTE SEM ADJETIVOS

A GRAMA entre os PARALELEPÍPEDOS
Fig.01 – A GRAMA ENTRE OS PARALELOS continua a brotar apesar da violência de seu condicionamento no meio urbano e da vigilância dos aplicadores de herbicidas e das capinas mecânicas. Esta metáfora deve-se ao professor e arquiteto Demétrio Ribeiro1


01 - A GRAMA ENTRE os PARALELEPÍPEDOS 
 


Existe uma semelhança de um PROBLEMA de uma TESE no âmbito das Ciências Humanas quando se contempla a vida problemática da GRAMA ENTRE os PARALELEPÍPEDOS. Evidente que para maioria dos transeuntes esta GRAMA ENTRE PARALELEPÍPEDOS não chama a menor atenção ou é merece a reprovação pelo desleixo de quem a deveria domesticar, eliminar e garantir que nunca mais possa brotar. Nestas Ciências Humanas o documento pode ser o ponto de espanto que desencadeia a VONTADE, o SENTIMENTO e curiosidade INTELECTUAL para SABER MAIS. No entanto para os AMIGOS do SABER e da ECOLOGIA a GRAMA ENTRE PARALELEPÍPEDOS é um SIGNO no mínimo de uma reflexão sobre a precariedade da vitória humana sobre a NATUREZA. A GRAMA e a VEGETAÇÃO cobrindo ao longo de séculos de MACHU PICHU e de tantas outras ruínas de CONQUISTAS HUMANAS mostram a sorte e o destino dos PARALELEPÍPEDOS da GEOMETRIA HUMANA.

No plano metafórico um problema é incentivo para a lógica de sua existência e um motivo de critica e a busca do seu devido lugar. Sucedem-se TESE - HIPÓTESES – ANTÍTESE e SÍNTESE.

A escrita e publicação presente postagem partiu de uma reação ao texto de Pierre NORA entre “MEMÓRIA e HISTÓRIA”2 produzido em 1981 e, portanto, antes das circunstâncias de ÉPOCA PÓS-INDUSTRIAL se evidenciarem.

1 RIBEIRO Demétrio “A grama entre os paralelepípedos” – in UFRGS: identidade e memória 1934-1994 Porto Alegre: Ed. Da Universidade UFRGS 1994 pp.12-16



2 NORA Pierre ENTRE MEMÓRIA e HISTÓRIA a problemática dos lugares in PROJETO HISTÓRIA Revisita do Programa de Estudos Pó Graduação em História e do Departamento de História da PUC-RS São Paulo: Universidade Católica de São Paulo 1961 pp 07-28
Fig.02 – A CIDADE da MICROSOFT onde trabalham 44.000 pessoas1 A sábia arquitetura deixa lugar para os vegetais e a circulação do ar e do sol mostra a possibilidade do convívio da criatura humana no seu meio ambiente. Esta nova cultura da ÉPOCA PÓS-INDUSTRIAL permite desenvolver registros nos quais é possível acumular e gerenciar dados e informações sem poluir, asfixiar e matar.


02 – O MONUMENTAL ATRASO BRASILEIRO diante de culturas coerentes com a ERA PÓS INDUSTRIAL



A ÉPOCA PÓS-INDUSTRIAL avança firme e vertiginosa em algumas culturas. Enquanto torna-se impossível qualquer espaço e oportunidade, no BRASIL, para as bases de uma PESQUISA coerente na BIOTECNOLOGIA, na INFORMÁTICA e na CORRIDA ESPACIAL.

O SER HUMANO torna-se incapaz de qualquer autêntica PESQUISA CRIATIVA e AUTORAL carente de um suporte na TECNOLOGIA, na HISTÓRIA e na MEMÓRIA COLETIVA. Inviabiliza-se o percurso da TESE, o suporte das HIPÓTESES, da crítica pela ANTÍTESE e SÍNTESE. Esta incapacidade se configura quando o SER HUMANO abre a porta para ONIPOTÊNCIA, ONISCIÊNCIA, ONIPRESENÇA EXCLUSIVA e a ETERNA DOMINAÇÃO. Estas soberanias se apropriam da sua mente, coração e vontade. O brasileiro que se ufana de ter atingido a SABEDORIA ETERNA, UNIVERSAL e ABSOLUTA dá amostras suficientes e convincentes de que é VITIMA de si mesmo e joga a areia deste ufanismo nos olhos dos seus observadores.

A mente do senso comum do brasileiro foi configurada por esta triste reducionismo maniqueista da MEMÓRIA COLETIVA, da HISTÓRIA e da TECNOLOGIA. Em outro ambiente e tempo SÊNECA denunciou este reducionismo maniqueista na sua obra da “SERENIDADE do ÂNIMO”2 quando escreveu:


penso que muitos poderiam ter atingido a sabedoria, se não se tivessem imaginado ter chegado até ela, se não se tivessem fingido certas coisas em si mesmos, se não passassem por outras com os olhos fechados

No BRASIL este triste reducionismo maniqueista e ufanista configurou o inconsciente coletivo ao longo do absurdo PERÍODO COLONIAL LUSITANO. Configuração mental primária mantida astutamente pelo analfabetismo geral da população brasileiro, do pelourinho intimidatório e pela massa escravizada. A MEMÓRIA COLETIVA BRASILEIRA congelada e repetitiva era mantido pelo CENTRALISMO da MEMÓRIA e do DESERTO absoluto de qualquer documento, imagem ou monumento. A oportunidade para o brasileiro de encontrar sua próprias potencialidades e se reconhecer a si mesmo era nula. O absoluto COLONIALISMO - reforçado pela SERVIDÃO – configuravam-se pela ausência completa de ARQUIVOS PÚBLICOS, de qualquer IMAGEM INDIVIDUAL do SÚDITO e de algum MONUMENTO, além do temido VIL PELOURINHO da POSSE LUSITANA. Na METRÓPOLE o ARQUIVO da TORRE do TOMBO era mantido apenas com o objetivo de centralizar as ações monocráticas, sagradas e inquestionáveis da COROA. 
 


Fig.03 – A deprimente cena de um arquivo brasileiro com o piso tomado por 10 cm de água de esgoto. A sala sem climatização, ventilação e sem escoamento tinha de esperar a evaporação natural da água além daquel absorvida pelo papel dos documentos. Esta pedurou por deácadas sendo resolvida pela corajosa iniciativa de uma arquivista recém-diplomada pelo curso superior de Arquivologia da Universidade Federal de Santa Maria.

O BRASILEIRO ACOSTUMOU-SE a este centralismo e aderiu ao hábito coletivo de dependência da VONTADE, dos SENTIMENTOS e da INTELIGÊNCIA alheia. Neste HÁBITO de HETERÔNOMO confiava cegamente que a COROA de LISBOA PENSASSE, DELIBERASSE e DECIDISSE em seu nome. O BOM e FIEL SÚDITO esperava pacientemente, como retribuição, a migalha caída da mesa do banquete do seu soberano.

Na ANTÍTESE, este triste quadro de reducionismo maniqueista, não é revertido de um momento para outro. Não adiantam belos edifícios, salas climatizadas e equipamentos carentes de profissionais motivados e um público consciente da oportunidade de encontrar e reconhecer a si mesmo num legítimo arquivo.

03 - O ARQUIVO VIVO como LUGAR do TRÂNSITO da TESE para a ANTÍTESE e da SÍNTESE.


Uma TESE se configura a partir de PROBLEMA1. Esta TESE é imediatamente calçada pelas suas devidas HIPÓTESES na busca da sua COMPREENSÃO do PROBLEMA e sua magnitude. Esta COMPREENSÃO e SEMPRE PRECÁRIA, PESSOAL e SITUADA. O PROBLEMA não é para ser RESOLVIDO. O seu objetivo é fazer sair das aparências, das suposições e dos caprichos da fantasia, fazer caminhar e verificar se ele de fato existe.

O brasileiro nunca teve PROBLEMA algum. Por mais pobre e ignorante que ele seja, todos os problemas já aparecem resolvidos “milagrosamente” pelos DONOS do PODER central e autocrático. Por este “MILAGRE da INTELIGÊNCIA, da VONTADE da SENSIBILIDADE ALHEIA” qualquer ARQUIVO para ele é um amontoado de papeis velhos e inúteis. O ARQUIVO é para o brasileiro uma instituição representa apenas gastos, tempo e esforços perdidos. Para o político e administrador o ARQUIVO é um perigo a ser evitado, pois a sua carga documental o poderá incriminar sua corrupção e desvios de conduta.

1 A tese é uma suposição em conflito com a opinião geral”. Aristóteles - Tópicos I - 11

COMPUTADOR QUÂNTICO
Fig.04 – O COMPUTADOR QUÂNTICO esta abrindo uma fantástica fronteira na ÉPOCA PÓS-INDUSTRIAL O que os cientistas sabem dele é a sua capacidade de resolver problemas de complexidade matemática fantástica. Evidente que para alimentar esta máquina há necessidade de uma acumulo (ARQUIVOS) destas dados como outro depósito (ARQUIVOS) para armazenar e disponibilizar os dados processados

A TESE expressa o pensamento PRECÁRIO, PESSOAL e SITUADO do pesquisador. Para se dirigir na busca devida de sua SÍNTESE esta TESE necessita da ANTÍTESE. O verdadeiro sentido desta SÍNTESE é estar disponível como PROBLEMA para próximo pesquisador do ARQUIVO.

A SÍNTESE convida para um constante recomeçar ao modo da VIDA FÍSICA que PULSA na ALTERNÂNCIA entre SÍSTOLE e DIÁSTOLE. A VIDA INTELECTUAL se imobiliza e constitui o seu FINAL quando se anula a tensão mental – entre os contrários TESE- ANTÍTESE –e vai para o descarte definitivo no temido ARQUIVO MORTO.

BROCOS Modesto (1852-1936) –tafona1 1892 – óleo 58.6 x 75,8 cm Musue de Belas Artes
Fig.05 – Homens, mulheres, velhos jovens e crianças trabalham com ferramentas as primitivas sem carteira trabalho assinada e sem contrato Estas condições dispensam qualquer formação e pesquisa além do que a tradição e necessidade básica impõe esta CONDIÇÃO de TRABALHO ao SER HUMANO. Nesta condição tudo o ele produz é destinado ao consumo e ao descarte não sobrando NADA como OBRA. Esta condição corrompe tanto aos DONOS dos ESCRAVOS como deixa cicatrizes morais, culturais e econômicas incuráveis em QUEM se submete à CONDIÇÕES ANÁLOGAS a ESCRAVIDÃO





04 - ESCRAVOS não tem DIREITO à SUA PRÓPRIA MEMÓRIA e MUITO MENOS a ARQUIVOS-



O antigo ou recente REGIME da ESCRAVIDÃO busca o objetivo claro de eliminar qualquer forma ou possibilidade de a VÍTIMA DELIBERAR, DECIDIR e se MANIFESTAR. A MEMÓRIA da VÍTIMA passa a ser esvaziada e os referenciais não encontram nenhum apoio em qualquer instrumento civilizado de qualquer LEMBRANÇA e muito menos de uma HISTÓRIA.

O ESCRAVO deve FINGIR que ESTÁ MORTO e ANIQUILADO. Para tanto O DONO da “PEÇA” trabalha para que esta VÍTIMA PERCA a COMUNICAÇÃO com o seu GRUPO de ORIGEM, da sua FALA MATERNA de sua LÍNGUA NATIVA, além de esquecer os seus COSTUMES e o seu PERTENCIMENTO à UM CLÃ.

A capacidade de DELIBERAR e de DECIDIR não é devolvida ao ESCRAVO por nenhum ato governamental. A LEI ÁUREA - aparentemente generosa e celebrada com pompa e circunstância - não devolve ao CATIVO e nem repara as severas perdas do seu TEMPO de VIDA, de sua TERRA, do seu POVO e do seu TRABALHO. Esta a razão os afrodescendentes escolheram o dia 20 de novembro para comemorar a busca autêntica de sua LIBERDADE. Busca brutalmente interrompida sem qualquer documento deste movimento além daqueles do predador.

Os relatórios2 dos presidentes da Província de Rio Grande do Sul preferem citar os números de cativos oficiais, o seu valor venal por município e o total da “ECONOMIA da FORÇA SERVIL” como acontece no relatório de 18883.

Valor venal que os “DONOS das PEÇAS” reclamavam individual e coletivamente do novo REGIME REPUBLICANA. Este simplesmente ignorou esta “ECONOMIA da FORÇA SERVIL” e diante das reclamatórias nos tribunais, mandou queimar toda ESTA DOCUMENTAÇÃO.


2 Relatórios dos presidentes da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul no Regime Imperial http://hemerotecadigital.bn.br/acervo-digital/relatorios-presidentes-provincias-brasileiras/252263

3 Relatório de 1888 do presidente da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul


Fig.06 – O recurso ao POPULISMO, PROPAGANDA e MARKETING pretendem eternizar momentos pontuais de decisão de lideres monocráticos e arrastar seus pseudo projetos como fetiches através do TEMPO, SOCIEDADE e LUGARES. Contraditoriamente este POPULISMO, PROPAGANDA e MARKETING é contra o acúmulo e preservação da dados e a sua elaboração. Este POPULISMO sabe que são momentos pontuais transitórios, de histeria coletiva. O COLONIALISMO devastador de vontades pela ESCRAVIDÃO VOLUNTARIA arrastam a sensibilidade humana para heteronormativa num INCONSCIENTE COLETIVO IRREPARÁVEL e distante da realidade objetiva vivida

Não existe nenhuma centelha de remorsos morais nos DONOS das “PEÇAS” ou VONTADE de uma RECONCILIAÇÃO NACIONAL Muito menos um projeto de uma DEVIDA indenização à sua “ECONOMIA da FORÇA SERVIL”. Constavam apenas, nos papeis oficiais, os VALORES VENAIS da “ECONOMIA da FORÇA SERVIL” que os “DONOS das PEÇAS” reclamavam do novo REGIME REPUBLICANO. A QUEIMA promovida no início do REGIME REPUBLICANO da DOCUMENTAÇÃO dos ESCRAVOS1 foi mais um ato econômico e jurídico. Neste ato não constavam as provas materiais das severas perdas irreparáveis sofridas pelo ESCRAVO privado da sua TERRA de origem, do seu POVO, do seu TRABALHO e do seu TEMPO.

ESCRAVOS nunca tiveram o DIREITO à SUA PRÓPRIA MEMÓRIA e MUITO MENOS a ARQUIVOS além das etiquetas dos seus preços fixados em seu leilão em haste publica e registrados em cartórios pelos escrivães juramentados. São estes registros cartoriais que foram queimados por ordem Ruy Barbosa o Ministro de Justiça do novo REGIME REPUBLICANO.

Fig.07 – Os sonhos das VIAGENS ESPACIAIS, os gigantescos centros de informática e suas numerosas e integradas equipes possuem a lógica comum de COLONIZAR o ESPAÇO EXTERNO com os VALORES HUMANOS. Os VALORES IMATERIAIS ganham corpo nestes novos ESPAÇOS FÍSICOS. . No entanto o COLONIZADO só recebe de SEGUNDA MÃO e ele reproduz estes componentes ESPAÇOS FÍSICOS sem atingir os VALORES IMATERIAIS que mantém ativo os seus COLONIZADORES

05 - COLONOS REPRODUZEM a MEMÓRIA e IMPLANTAM a MEMÓRIA e a HISTÓRIA da SUA ORIGEM.



Os COLONIZADORES partem de sua TERRA em MISSÃO. Esta MISSÃO LEVA GENTE, da SUA CULTURA de ORIGEM, para LUGARES e AMBIENTES com o firme projeto de IMPLANTAREM os seus próprios valores onde pretendem os reproduzir. Nesta MISSÃO buscam sufocar e eliminar qualquer concorrência dos COLONIZADOS1. Estes são tratados como POVOS EXÓTICOS senão HOSTIS. A sua ARTE e sua CULTURA são no máximo troféus a serem recolhidos e mostrados como objetos da barbárie, inferioridade e decadência dos COLONIZADOS.

Os COLONIZADORES sentem-se apoiados e estimulados a destruir, devastar e desqualificar a quem querem subjugar, queimar tudo o que lembra a CULTURA do COLONIZADO como o foram os escritos maias e astecas.

Assim não existe notícia de nenhum arquivo sério no BRASIL COLONIAL a não ser aqueles do breve período holandês no Nordeste e que os invasores levaram consigo quando fracassaram.

1 Uma questão que intriga- e que possui muitas evidências - é o acúmulo e a saturação da propaganda nazista e fascista capaz de seduzir povos e culturas muito adiantadas. Por enquanto permanecem no terreno da especulação - a espera de provas – a interferência russa na vontade do povo norte-americano para eleger um dos seus presidentes.

Fig.08 – A perda de documentos, obras e monumentos brasileiros nada significam para o PODER ORIGINÁRIO BRASILEIRO, pois nada dizem de importante e vital além de um eventual MARKETING, PROPAGANDA e POPULISMO de um restrito grupo de burocratas. Estes possuem vida própria e uma realidade na qual um único chefe onipotente que tudo o que ele sabe, quer e sente. No entanto este sentimento faz parte de uma mentalidade disseminada por todo o planeta e que expressão explicita no incêndio da catedral de Notre Dame de Paris1




06 - QUESTÕES JURÍDICAS, MORAIS, ECONÔMICAS e TÉCNICAS entravam a CRIAÇÃO, MANUTENÇÃO e EVOLUÇÃO dos ARQUIVOS BRASILEIROS



A LEGISLAÇÃO da ESCRAVIDÃO no BRASIL manteve-se intacta e vigente até o final do REGIME IMPERIAL. Apesar da boa intenção do REGIME REPUBLICANA esta LEGISLAÇÃO SUBMERSA ainda desponta ativa até os dias atuais em tido território brasileiro2. Se houve uma vigorosa legislação a favor da SERVIDÃO BRASILEIRA, o registro contra esta ESCRAVIDÃO LEGAL anda disperso em alguns museus sem que tenha atingido a configuração de algum centralismo documental. Este CENTRALISMO DOCUMENTAL ANTIESCRAVIDÃO não se EFETIVA apesar do CENTRALISMO POLÍTICO estar crescendo a olhos vistos em todo planeta conforme documentou MOUNK(2019)3. Na CONSCIÊNCIA COLETIVA BRASILEIRA este centralismo - sem ARQUIVOS ESPECÍFICOS - retarda ao máximo a formação, manutenção e sua reprodução. Quem manda na CONSCIÊNCIA COLETIVA BRASILEIRA é o cacique, o coronel e os donos dos bancos e, de preferência, com os documentos básicos distantes dos olhos do público e longe de um ARQUIVO SÉRIO e PROFISSIONAL.

As QUESTÕES MORAIS patinam diante de uma AUTONOMIA de uma firme e consequente VONTADE de alocar gente, instituições, verbas e técnicas para colocar os ARQUIVOS no ÂMBITO OPERACIONAL e JURÍDICO. Houve um leve e pequeno susto do administrador brasileiro diante da RESPONSABILIDADE FISCAL e impeliu momentaneamente ter a mão os documentos comprobatórios de sua administração. As operações denominadas LAVA JATO evidenciam as fraudes, os subterfúgios reinventados com a firme decida implantação da RESPONSABILIDADE FISCAL BRASILEIRA. Operações pontuais e intempestivas que comprovam a carência de ARQUIVOS sólidos e profissionais para acompanhar e avaliar o exercício das funções públicas ou particulares.

As QUESTÕES ECONÔMICAS permitem esconder, desviar, maltratar e apropriar verdadeiras fortunas do POBRE PODER ORIGINÁRIO BRASILEIRO4. Hábitos arraigados históricos e hereditários impossíveis de coibir com singelos e impotentes discursos, decretos ocos de efeitos ou operações midiáticas da polícia.

Como estes atos são inócuos e ineficazes ¿ por que documentar, acumular provas escritas e visuais e preservá-los? Os ARQUIVOS não passam de amontoados burocráticos de documentos carentes de uma ENTRADA, um devida CLASSIFICAÇÃO, HIERARQUIZAÇÃO e a POSSIBILIDADE de uma CONSULTA IMEDIATA e responsável.


2 2019 - RIO GRANDE do SUL - homem resgatado de condições analogas à escravidão no


3 MOUNK. Yascha (1982 - ) O povo contra a democracia: por que nossa Liberdade corre perigo e como salvá-la (1ª ed.) São Paulo: Companhia das Letras , 2019, 443 p. ISBN 978-85-359-1208-9


Fig.09 – O ACÚMULO de DADOS provenientes da aceleração da ERA INDUSTRIAL dados que necessitam de ARQUIVOS e de MAQUINAS que só nações mis aditadas conseguem armazenar, gerenciar e recuperar na hora conveniente Este acúmulo da dados só é possível em regiões com garantia de sua autoria, como a sua difusão por satélites de sua propriedade. Estes países podem silenciar, desqualificar e corromper qualquer sinal proveniente dos seus COLONIZADOS e USUÁRIOS DEPENDENTES como o BRASIL


07 - O ACÚMULO de DADOS na LÓGICA TAYLORISTA da ERA INDUSTRIAL



As QUESTÕES TÉCNICAS dos ARQUIVOS BRASILEIROS mantém o nível de organização dos ALMOXARIFADOS das FABRICAS da ERA INDUSTRIAL. Neles continuam vigentes os mesmos critérios TÉCNICOS do TAYLORISMO e FORDISMO.

Este fato material e logístico leva a que ESTATÍSTICAS e PESQUISAS anda operem na mesmo lógica sem se importar e examinar a novas formas criativas de TRABALHO que emergem da ÉPOCA PÓS-INDUSTRIAL1.

As estatísticas brasileiras privilegiam ainda a QUANTIDADE sem grande atenção para a QUALIDADE do que estão medindo apesar dos evidentes novos fatores.

Fig. 10 – O MEIO é a MENSAGEM. Apesar da precariedade, novidade e evidentes blefes os meios eletrônicos carregam consigo um MEIO NOVO e INÉDITO Este meio gera MODAS e MODISMOS e que possuem a virtude de simular complexos de culpa, de atraso e inferioridade em quem resiste em adotá-los

08 - AS CULTURAS ADIANTADAS possuem CONDIÇÕES para empreender o SALTO de QUALIDADE para o UNIVERSO PÓS-INDUSTRIAL.
 

Outros povos e culturas estão convocando as MAQUINAS e COMPUTADORES QUÂNTICOS. Máquinas capazes de processar - em questão de segundos - dados relevantes e vivos como todos os celulares do mundo e coletivo das máquinas da primeira geração de computadores.

EXPERIMENTO com CÁLCULO QUÂNTICO
https://hypescience.com/programa-quantico-faz-calculo-pela-primeira-vez/
Estacionamento VW Wolfburg ALEMANHA
Fig.11 – O ESTACIONAMENTO VERTICAL e ROBOTIZADO de CARROS da VW em Wolfburg, na Alemanha mostra que a noção e prática de ARQUIVO não se limita à documentos. As estradas, os prédios e equipamentos inteligentes mostram algo que apenas está iniciando como amostras da ÉPOCA PÓS-INDUSTRIAL

09 - MATEMÁTICA e PROCESSAMENTO de ALGORITMOS



A percorrer os caminhos da MATEMÁTICA consolidaram-se acervos do pensamento humano brilhante, fabuloso e transmissível. O legado da cultural imaterial islâmico mantém presente ativo a ÁLGEBRA assimilada pela cultura humana de todo o planeta. Cultura humana que passa por nomes das mais diversas nacionalidade, culturas até atingir o século XX. Esta assistiu a emergência da LEI da RELATIVIDADE e sua aplicação expressa em fórmulas universais da Matemática.

A FÍSICA e o CÁLCULO QUÂNTICO fazem o contraponto ao abrir os vastos inesgotáveis horizontes para entender as fronteiras da ELETRÔNICA APLICADA e dos CAMPOS MAGNÉTICOS. Espaços investigados por ALAN TURING e aplicados aos computadores1 e antes dele por TESSLER em contraponto ao pragmatismo industrial e econômico de Tomás EDSON.

Matemáticos, físicos e cientistas brasileiros deram notáveis contribuições como CÉSAR LATTES entre tantos outros cientistas. No entanto, suas BIOGRAFIAS e ARQUIVOS estão longe do grande público mofando em prateleiras ou simplesmente foram descartados depois que houve alguma sombra maligna e injusta pairando sobre estes notáveis.


ARQUIVO do INSTITUO de ARTES da UFRGS em instalação em 2004no prédio da Ex Faculdade de Medicina
Fig.12 – A deprimente cena dos mesmos Documentos do Arquivo do IA-UFRGS da Fig.03 desta postagem acondicionados em sala da antiga Faculdade de Medicina da UFRGS logo após a sua transferência, em 1999 do subsolo da Rua Senhor dos Passos, nº248 e sua higienização superficial até 2002 e antes de sua sistematização por profissionais qualificados. É possível, ao menos, salvar um passado documental de um recente a espera de meios eletrônicos competentes com a garantia de sua preservação e socialização por tempo indeterminado. Com escassos recursos e com uma sala ociosa de um antigo prédio com respeitável pé direito e com a persistência e a lógica dos profissionais capacitados que sabem o que estão fazendo


10 - A UNIVERSIDADE como LUGAR DE PESQUISA PERMANENTE e a confusão com a ATUALIZAÇÃO da INTELIGÊNCIA 



Por enquanto a UNIVERSIDADE BRASILEIRA ainda está tateando em rituais burocráticos, e reduz a sua função de aparelho ideológico sem menor vestígio de um salutar hábito de integridade1 intelectual, moral e estético.

O aparelho ideológico busca inculcar modelos arcaicos de aprendizagem condizente com o taylorismo de PROFISSÕES há muito extintas ou loteadas pela pura burocracia2 que não e comove ou presta atenção à natureza e às condições da Nação que é sua mantenedora.

A pesquisa autoral da UNIVERSIDADE BRASILEIRA é inibida pela sua função burocrática primordial de um SISTEMA com UMA ÚNICA ENTRADA OBRIGATÓRIA (vestibular), um DESENVOLVIMENTO LINEAR (currículo) e um PRODUTO (diploma). Este SISTEMA DISPENSA QUALQUER ARQUIVO, pois os seus DOCUMENTOS de ENTRADA, DESENVOLVIMENTO e SAÍDA são absolutamente iguais e redundantes.

De fato não se trata de outra COISA do que a ATUALIZAÇÃO da INTELIGÊNCIA3. O SISTEMA da UNIVERSIDADE BRASILEIRA supõe que o DIPLOMA estimula a criatividade, a livre iniciativa e a realização de todas as potencialidade de quem deixa os bancos acadêmicos.

Os arquivos dos EGRESSOS da UNIVERSIDADE BRASILEIRA não são tão animadores como alguns supõem. A MEMÓRIA e os eventuais REGISTROS deste trânsito dos EGRESSOS pela ACADEMIA estão embaçados por este SISTEMA UNIVERSITÁRIO BRASILEIRO que não deixa de ostentar as severas marcas do COLONIALISMO e da SERVIDÃO VOLUNTÁRIA4 reforçada pelo diploma.

1 WEBER, Max. Sobre a universidade. São Paulo : Cortez, 1989. 152 p.


2 PORTANTIERO Juan Carlos(1934-2007).. Estudiantes y Política en América Latina: el proceso da la Reforma Universitaria (1918-1938). México: Siglo Veintiuno,1978, 461 p.


3 “ O direito permanente à pesquisa estética; a atualização da inteligência artística brasileira; e a estabilização de uma consciência nacional” in ANDRADE, Mario O movimento modernista: Conferência lida no salão de Conferências da Biblioteca do Ministério das Relações Exteriores do Brasil no dia 3 de abril de 1942. Rio de Janeiro :Casa do Estudante do Brasil, 1942, p.45.


4 BOÉTIE, Étienne 1a. (1530-1563) Discurso da Servidão Voluntária. Tradução de Laymert G. dos Santos. Comentários de Claude Lefort e Marilena Chauí. São Paulo : Brasiliense, 1982. 239p https://pt.wikipedia.org/wiki/Étienne_de_La_Boétie


 CORREIO do POVO - Porto Alegre ANO 124 Nº 211  foto  ALINA SOUZA  Dia 29.04.2019  MARGS

Fig.13 – O PROCESSO de REAPROVEITAMENTO de PRÉDIOS da ERA INDUSTRIAL caracteriza a ÉPOCA PÓS-INDUSTRIAL Esta busca incorporar e saber administrar tudo o que bom de todos os estágios culturais pelos quais evoluiu a humanidade O MUSEU de ARTE do RIO GRANDE do SUL ganhou primoroso prédio com a readequação da antiga DELEGACIA FISCAL FEDERAL do Rio Grande do Sul e que estava acanhado para estas funções. Neste exemplo a ÉPOCA PÓS-INDUSTRIAL demonstra que ela NÃO se limita à INFORMÁTICA. A sua aspiração vai à direção de sublinhar e aproveitar os BENS SIMBÓLICOS de uma CULTURA mesmo que estejam nas mais antigas e desgastadas condições. O Turismo, a Arte. o Lazer e a Cultura constituem potentes motores desta força emergente

11 - O MUSEU de ARTE SEM ADJETIVOS.
 

O atual conceito e prática de MUSEU1 ainda estão com um pé na ERA INDUSTRIAL. ERA INDUSTRIAL que acumulou, criou a sessão de almoxarifado enquanto uma peça ainda tinha uma expectativa de alguma utilidade ou funcionalidade.

1 LEON, Aurora. El Museu: teoria, práxis y utopia. Madrid : Cátedra, 1995. 378 p.
Fig.13 – A CORRUPÇÃO dos ÓTIMOS É PÉSSIMA. Quando o céu radiante e esplendoroso de Brasília se cobre estas borrascas fazem lembrar que estamos num país tropical e de densas floresta Esta proximidade da floresta, o clima tropical o repentino mau tempo evidenciam a precariedade de uma arquitetura improvisada e emocional e um risco permanente de retonrar paras as ruinas como as Missões Jesuíticas, Machu Pichu ou as ruinas maias da florestado Yucatan. Não houve arquivo que pudesse salvar, em tempo, este abandono e desqualificação da inteligência, sensibilidade e vontade destes povos, apesar de estarem perambulando nas atuais cidades dos seu colonizadores


Evidente que a materialidade de um DOCUMENTO e de uma OBRA de ARTE expressa o MEIO FÍSICO e são afetados pelo TEMPO de sua criação como pela ECONOMIA1 e pela SOCIEDADE que a distingue das demais culturas. Existem dúvidas em relação a possibilidade de uma CIVILIZAÇÃO TROPICAL. Civilização na qual a criatura humana prefere viver o INSTANTE, o EVENTO e levar ao ESQUECIMENTO IMEDIATO e DEFINITIVO de tudo que cai sob o seu domínio.

Mesmo nesse ESQUECIMENTO IMEDIATO, na fugacidade do INSTANTE e do EVENTO eles supõem e lembram que um ARQUIVO é um ORGANISMO VIVO e ATUANTE. O DESCARTE - a caminho do LIXO – é o ARQUIVO MORTO.
 
Fig.14 – A resposta positiva e coerente com um país tropical e de florestas se encontra e resiste, há dois séculos, sob o céu e as intempéries na colina da cidade de Congonhas do Campo de Minas Gerais Aleijadinho escolheu a PEDRA SABÃO, que, além de ser da região e abundante, possui a propriedade física de cristalizar a sua superfície com a agua da chuva criando uma pele mineral. Por esta razão a PEDRA SABÃO foi escolhida para revestir a estátua de CRISTO REDENTOR sujeita à severas variações térmicas, poluição do ar e de umidade, Dois verdadeiros arquivos coerentes om a realidade brasileira.

O MUSEU de ARTE é o lugar chegada e abrigo da OBRA de ARTE quando ela migra para o ESPAÇO SIMBÓLICO e LUGAR de MEMÓRIA materializado quando desapareceu esta funcionalidade e utilidade imediata.

MUSEU de ARTE é LUGAR de MEMÓRIA na medida em que este ESPAÇO SIMBÓLICO guarda vestígios materiais dos momentos de criação quando QUEM PRODUZ ARTE estava vivo e atuante física, mental e moralmente.

Como em qualquer DOCUMENTO o que interessa numa OBRA de ARTE é a materialidade deste momento de criação. Momento de criação que já vai longe no tempo e do qual resta um vestígio capaz de fazer esta ponte entre o passado e presente


FONTES BIBLIOGRÁFICAS


ANDRADE, Mario O movimento modernista: Conferência lida no salão de Conferências da Biblioteca do Ministério das Relações Exteriores do Brasil no dia 3 de abril de 1942. Rio de Janeiro :Casa do Estudante do Brasil, 1942, 81 p

ARISTÓTELES (384 a.C. -322 a. C) TÓPICOS (2ª Ed.) São Paulo: Abril Cultural 1983 197 p. – Coleção os Pensadores

BOÉTIE, Étienne 1a. (1530-1563) Discurso da Servidão Voluntária. Tradução de Laymert G. dos Santos. Comentários de Claude Lefort e Marilena Chauí. São Paulo : Brasiliense, 1982. 239p https://pt.wikipedia.org/wiki/Étienne_de_La_Boétie

LEON, Aurora. El Museu: teoria, práxis y utopia. Madrid : Cátedra, 1995. 378 p.

MOUNK. Yascha (1982 - ) O povo contra a democracia: por que nossa Liberdade corre perigo e como salvá-la (1ª ed.) São Paulo: Companhia das Letras , 2019, 443 p. ISBN 978-85-359-1208-9

NORA Pierre ENTRE MEMÓRIA e HISTÓRIA a problemática dos lugares in PROJETO HISTÓRIA Revisita do Programa de Estudos Pó Graduação em História e do Departamento de História da PUC-RS São Paulo: Universidade Católica de São Paulo 1961 pp 07-28 ISSN 0102-4442

PORTANTIERO Juan Carlos(1934-2007)1.. Estudiantes y Política en América Latina: el proceso da la Reforma Universitaria (1918-1938). México: Siglo Veintiuno,1978, 461 p.

RIBEIRO Demétrio “A grama entre os paralelepípedos” – in UFRGS: identidade e memória 1934-1994 Porto Alegre: Ed. Da Universidade UFRGS 1994 pp.12-16

Sobre isso, afirmou Demétrio Ribeiro em meados da década de 1990: “Não posso omitir aqui que a categoria profissional dos arquitetos honrou-se com a impossibilidade de se achar um colega para integrar a chamada Comissão de inquérito, na realidade um comitê de falsas delações” (Ribeiro, 1994, p. 15).

WEBER, Max. Sobre a universidade. São Paulo : Cortez, 1989. 152 p.


FONTES NUMÉRICAS DIGITAIS

SÊNECA Da tranquilidade do ânimo, p. 08

A cidade da MICROSOFT


FONÉTICA DIGITALIZADA

MICROSOFT e a COMPUTAÇÃO QUÂNTICA
COMPUTADOR QUÂNTICO
+
COMPUTAÇÃO QUÂNTICA: do que se trata
+ 7 questões
MICROSOFT
META MATERIAIS RUSSOS



Relatórios dos presidentes da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul no Regime Imperial http://hemerotecadigital.bn.br/acervo-digital/relatorios-presidentes-provincias-brasileiras/252263

Relatório de 1888 do presidente da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul
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